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domingo, 9 de outubro de 2011

Gigantes da Era do Gelo

Shoppings do Rio de Janeiro exibiram uma exposição de animais que viveram na era do gelo.
Para saber quando a exposição estará na sua cidade, basta clicar no link: http://www.gigantesdaeradogelo.com.br/

URSO-DAS-CAVERNAS – Ursus spelaeus













GLIPTODONTE – Glyptodon

















AUROQUE (URO) – Bos primigenius













Megatherium americanum













MAMUTE – Mammuthus primigenius













RINOCERONTE-DE-CHIFRE-GRANDE – Elasmotherium sibiricum













RINOCERONTE-LANUDO – Coelodonta antiquatis













CASTOR-GIGANTE – Castoroides ohioensis

















TIGRE-DENTES-DE-SABRE – Smilodon populator













ALCE-GIGANTE – Megaloceros giganteus







sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ciclo de projetos: Brincar para aprender

Matheus Machado Grimão, membro do nosso blog, concretizou seu projeto de paleo arte, que foi apresentado na Jornada de Iniciação Científica da UFRJ.
O trabalho tem como objetivo fazer ilustração para jogo da memória que levantassem questionamentos a cerca de fatos relevantes da história geológica da vida na Terra.
A técnica utilizada foi mista, com utilização de colagem e acrílica.

Obras:

De quem foi a ideia de sair da água?

























Proporção de animais fósseis.
























Mais uma teoria da extinção?
























Fortes atividades vulcânicas do Período e como isso afeta a biota; a reação dos organismos à atividade geológica.
























Mudanças climáticas e como isso afeta a biota.



sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Fósseis de besouros que brilhavam



A professora Maria McNamara, da Universidade Yale (EUA), publicou seu estudo na Proceegings of the Royal Society, que fala sobre a mudança nas cores de insetos, quando estes são fossilizados. Por exemplo, se em vida o inseto era azul, após a morte se transforma em verde.
Maria McNamara explica à BBC: “Essas cores têm diversas funções visuais. Elas podem funcionar para comunicações, por exemplo, ou para regulação térmica. Assim, é importante conseguir reconstruí-las corretamente, para que possamos saber para que esses organismos usavam as cores.”
A interação da luz com camadas de materiais que compõem o esqueleto do besouro resulta nas cores deslumbrantes que eles possuem.
A equipe de pesquisadores de McNamara coletou vários esqueletos fósseis de besouros, datados de 15 a 47 milhões de anos, e descobriram que as cores preservadas mudavam o comprimento de onda, mudando, assim, sua cor original. Todos os besouros estudados pela equipe vieram de sedimentos similares. Se outros besouros, que vierem de outro sedimento, forem estudados, provavelmente o resultado será diferente.                      
McNamara afirma: “O que acontece é que o índice refratário (de luz) do esqueleto muda. Isso é uma medida de o quanto a luz se curva. E significa que a química  deve ter sido alterada, por que o índice refratário em um material depende da composição desse animal.”
A realização deste estudo irá possibilitar a descoberta da aparência dos animais de milhares de anos atrás.



BBC Brasil- Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.  http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110929_besouro_fossil_pai.shtml

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ciclo de projetos: Reconstrução e animação em 3D do Baurusuchus salgadoensis


Karol Duarte, membro do nosso blog, realizou um projeto de reconstrução e animação virtual 3D de um fóssil de Baurusuchus salgadoensis, que será exibido no XXII Congresso Brasileiro de Paleontologia.
O fóssil exemplar utilizado foi o UFRJ DG 288-R (*).
O procedimento da reconstrução foi realizado nas seguintes etapas:
- Tomografia computadorizada;
-Software Avizo 6.0, para cortes tomográficos;
-Software Autodesk 3D Studio Max, para reorganizar a posição de vida para a animação;
-Software Autodesk Maya, para animação de caminhada;

(*) 


Baurusuquídeos são crocodilomorfos de porte médio (2,70m, 100kg), com hábitos terrestres avançados, membros alongados e bem desenvolvidos, narinas externas em posição frontal, dentes hipertrofiados (quase dentes-de-sabre); são encontrados em paleoambientes aluvio-fluviais em climas semi-árido e árido. Eram hiperpredadores com adaptações e capacidade suficiente a serem competidores aos terópodos (dinossauros carnívoros) de sua idade.



Vídeo da animação em 3D: